A Sonido Amazônico volta aos palcos nesta sexta-feira (26), às 19h, no Muzzi Project, evento que acontece na Casa Cultural 155 (Av. Jerônimo Monteiro, 155, Centro de Vila Velha). O festival reúne apresentações musicais, discotecagem, oficinas, exibições, gastronomia e outras atrações culturais.
O grupo aposta na chicha psicodélica, vertente da cumbia peruana, mesclada a referências brasileiras, surf music e dub. O repertório traz releituras de clássicos do gênero, além de temas autorais em processo de criação.
A formação atual conta com Rafael de Almeida (baixo, Colt Cobra), Marcus Luiz Tourinho (guitarra, Intóxicos), Danilo Ferraz (teclado, Volapuque), Bernardo Tourinho (timbales, Intóxicos) e Julio Caldeira (conga e bongô, Terra Convexa).
Criada há cerca de sete anos, a banda começou como um power trio mais pesado e acelerado, mas se transformou ao longo do tempo. Agora, retorna em um formato que privilegia teclados e percussões, aproximando-se da essência da cumbia. O nome Sonido Amazónico surgiu da inspiração em Los Mirlos, mas o grupo já discute uma nova identidade para marcar essa fase.
Entre as principais influências estão Los Destellos, Juaneco y Su Combo, Sonido Gallo Negro e Chicha Libre, além da guitarrada de Mestre Vieira, Aldo Sena e Mestre Curica. “Mesmo com outras referências, buscamos preservar a essência da cumbia, com guitarras e teclados marcantes, baixo groovado e percussões que dão o tempero caliente do estilo”, diz o guitarrista Marcus Luiz Tourinho.
O público já pôde conferir a energia da Sonido Amazônico na estreia realizada no dia 6 de setembro, durante o Flash Day the best Way. Agora, o Muzzi Project será a oportunidade de ampliar esse encontro em meio a uma programação multicultural.
Serviço:
Sonido Amazônico no Muzzi Project
Sexta-feira (26), às 19h
Casa Cultural 155 – Av. Jerônimo Monteiro, 155, Centro de Vila Velha
Entrada: gratuita
